Ode à Sosia
2004-04-11
“Dizes meu nome em corruptela qualquerDiz dizendo palíndromo da mulher
Corta-me as vogais, suga os meus ‘ais’
Transfigura-me beijando outros sinais
Sendo ela eu mesma, homônimo meu
Em prenome e prenhez, minha dublê
Supera o diacrítico, preserva tal jaez
E ama-a com todo clichê”




